27 dezembro 2016

Ame O Seu Inimigo

  Ame o seu
  Inimigo



    “Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos...” Mateus 5.44



Tomando como base o texto de Mateus 5.44, quem é o nosso inimigo?


Me vi fazendo esta pergunta, e a resposta veio nos seguintes textos: “Infiéis, não compreendeis que a amizade do mundo é inimiga de Deus? Aquele, pois, que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de Deus.” (Tiago 4:4); e também este: “Quem não é por mim é contra mim; e quem comigo não ajunta espalha.” (Palavras de Jesus em Lucas 11:23). E quando eu leio estes textos, fica muito claro para mim, “quem não ajunta espalha”, todo, TODO aquele que não está com o Senhor ou no Senhor, todos, são inimigos de Deus, o amigo do mundo é inimigo de Deus. Então, partindo deste pressuposto, fica claro; todos aqueles que estão ao nosso redor são nossos inimigos.


Se eles não são por nós, são contra nós, não existe um meio termo, ou é amigo de Deus, ou é inimigo d’Ele. O seu amigo não cristão, ele nunca vai te levar a um pensamento em Cristo, mas sim no mundo, aquele conselho que ele dá, não é um conselho baseado na Palavra de Deus, mas sim em pensamentos de sua própria cabeça. Enfim, o que não nos aproxima de Deus, nos afasta de Deus. Em Romanos 8.5 lemos: “Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito”. Para podermos amar os nossos inimigos, nos temos que primeiro conhecê-los. E aqui está: nossos amigos, nossos parentes, aqueles pelos quais nos oramos pedindo salvação, eles são os nossos inimigos. 

O engraçado é que a Palavra nos ensina a amar todos, sem distinção de pessoas, incondicionalmente. Jesus disse: “Amai os vossos inimigos, para que vos torneis filhos do vosso Pai Celeste.” Mateus 5.44-45. Em Romanos 13:8-10 a Palavra nos diz que o Amor é o cumprimento da Lei. TUDO se resume no Amor, mas é a coisa que nos mais temos dificuldades de fazer, o principal que é amar, pois muitos se enganam achando que o amor ao próximo tem a ver com sentimentos. Mas sabemos que o Amor não é sentimento, e sim atitude; Qual foi a atitude de Amor de Jesus? Morrer na cruz por nós. Ele nos deixou exemplo, e não só este, vários. 

ATITUDE...

È complicado, é difícil, porque as vezes, as pessoas que mais amamos (sentimento) são os nossos maiores inimigos, e por causa dos sentimentos não conseguimos ter atitude... 

Ame o seu inimigo.






Todo louvor, toda glória e toda honra seja dada ao nosso Deus, Criador dos céus e da terra, e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, amado por todos.

27 abril 2015

Você tem fome de que?

É claro que a comida, a alimentação, sempre foi e é de grande importância para a subsistência da humanidade, e de todas as criaturas vivas. A nutrição é uma das três necessidades básicas do ser. Todos, começando do homem, passando pelas plantas, animais, organismos, micro organismos e macro organismos, alimentam-se de alguma maneira.

Quando examinamos a questão alimentícia na Bíblia, percebemos também aí a sua importância. Em alguns casos, essa questão decidiu sobre a vida e a morte do homem. Não podemos nos esquecer que o pecado e a morte entraram no mundo através de Adão. E justamente a comida foi um dos instrumentos utilizados por satanás para fazer com que o primeiro homem desobedecesse a Deus.

Vejamos o caso de Abraão. A primeira vez que desceu ao Egito foi por haver fome na terra. Ninguém quer ficar com fome. Para ter o que comer, somos capazes de muitas coisas. Abrão se dispôs a mentir a faraó para não padecer necessidade. E esse é um dos problemas de se pensar com o estômago: nunca consideramos os outros. Mas a mentira foi descoberta, pois nada escapa ao olhar do SENHOR, nosso Deus. Abrão, depois de ser duramente censurado por faraó, foi convidado pelo mesmo a se retirar do Egito.

Outro fato notório nas Escrituras, tendo como principal enfoque a questão alimentícia, foi a peregrinação do povo de Deus no deserto. Asafe descreve de maneira clara como o apetite desordenado do povo o fez pecar diante do SENHOR e despertou sua ira (Salmos 78: 18 a 22 e 29 a 31).

E poderíamos discorrer durante horas sobre essa questão. Em como tal dádiva de Deus pode ser usada para o mal (naqueles que realizam os desejos de sua própria carne) e para o bem (quando feita de acordo com a vontade do SENHOR e para a Sua glória). Temos aprendido com o mundo que as coisas que realmente tem algum valor são conseguidas à custa do nosso esforço, suor e trabalho. Tal conceito não tem valor no Reino de nosso Pai. O SENHOR nos conclama a trabalhar pela comida que subsiste para a vida eterna e que nos é dada absolutamente de graça.

O SENHOR disse em João 6: 59 que a sua carne é verdadeira comida e o seu sangue verdadeira bebida. E as pessoas que o ouviram ficaram escandalizadas. Inclusive, muitos dos seus discípulos (João 6: 60). Talvez estivessem pensando que espécie de devoção era aquela, um tipo de “corrente canibalista”. Outros cogitaram da loucura contida naquelas palavras (João 6: 42). Mas o SENHOR tinha outras coisas em mente. Ele explicara aos seus discípulos que “o espírito é o que vivifica; a carne para nada aproveita; as palavras que eu vos tenho dito são espírito e vida” (João 6: 63). Ou seja, o pão do mundo é um pão natural e o pão do céu é pão espiritual.

A comida natural fortalece o corpo do homem. Depois que cumpre sua finalidade, o alimento morre, seguindo para lugar escuso (Mateus 15: 17). Mas a comida espiritual fortalece o espírito do homem e lhe dá vida. A comida do SENHOR JESUS era fazer a vontade do Pai e realizar a obra que Ele lhe designara a fazer. Por conseguinte, a comida do cristão, nas palavras do próprio JESUS, é a carne e o sangue do Cordeiro. É receber o Seu sacrifício, receber a cruz como sua, embora Ele a tenha feito dEle. É carrega-la, uma vez que Ele já morreu no nosso lugar. Carrega-la negando a si mesmo, renunciando a tudo o que tem e é (seja bom ou ruim), exatamente como JESUS, procurando em tudo fazer a vontade do Pai e realizar a obra que Ele nos confiou.

Os mesmos que se alimentaram dos pães e peixes multiplicados pelo Mestre, lhe perguntaram: Que faremos para realizar as obras de Deus? (João 6: 28). O SENHOR lhes respondeu o que era a obra de Deus. E que, para realiza-la deveriam apenas crer naquele que por Ele fora enviado (João 6: 29). Uma coisa está muito clara na resposta do SENHOR: não há absolutamente nada que possamos fazer, em termos de ações, atos e realizações. A obra de todo cristão é se alimentar do Cordeiro, é crer no enviado do Pai. Os seguidores do SENHOR devem ter se decepcionado com aquela resposta. Afinal, onde é que ficava a sua efetiva participação, sua inestimável colaboração para que as coisas acontecessem? Para crer, ninguém precisa mover sequer um músculo. Realmente, é muito difícil levar tais palavras a sério. “Será possível que Ele quer que acreditemos que apenas crendo conseguiu arrumar comida para toda aquela gente?!” A incredulidade condenou muitas pessoas daquela época e, creio eu, em número ainda maior o tem feito nos nossos tempos.

Portanto, precisamos ter cuidado. Os dias são maus. Que nos lembremos sempre de vigiar, orar e seguir após o SENHOR JESUS. Que Deus nos abençoe e nos dê, a cada dia, do Seu próprio alimento.




29 novembro 2014

Síndrome de Saul Parte 2

(continuação do artigo anterior...)


7)  Impaciência - Consideramos que nosso método é melhor e nos recusamos a esperar por outras pessoas que discordam de nós ou não nos entendem.

8) Desconfiança - A síndrome de Saul resulta em desconfiança. Acusamos os outros de não confiarem em nós, mas muitas vezes se trata de projeção de nossa própria desconfiança. Reflete nossa independência e se relaciona muito mais com nossa necessidade do que com a do próximo.

9) Deslealdade - Essa característica manipula dúvidas, feridas ou necessidades do próximo para recrutá-lo para nosso grupo, ganhando-o para nosso próprio ponto de vista, em vez de procurar edificar unidade, amor, perdão e reconciliação.

10) Ingratidão - Focalizamos a atenção naquilo que imaginamos que deveria ser feito por nós, em lugar de enfatizar tudo o que já foi feito por nós.

11) Idealismo doentio - Idolatramos um método, padrão ou programa e, então, o colocamos acima das pessoas, principalmente aquelas de quem discordamos. Os ideais se tornam mais importantes do que a unidade ou as atitudes corretas.

Embora a síndrome de Saul seja, com frequencia, um sintoma de sentimentos feridos ou não resolvidos de rejeição, ainda é egoísta e errada. Assim, precisa ser extirpada impiedosamente. Não existe problema de independência e inferioridade que não possa ser resolvido mediante uma humildade maior e maior quebrantamento de nossa vida.

A Bíblia promete que, quando nos humilharmos, Deus nos concederá graça (Tiago 4.6 e 7). Temos medo de "humilhação", contudo não é isso o que as Escrituras querem dizer quando falam da necessidade de nos humilharmos. A verdadeira humildade está ligada à prontidão de sermos conhecidos pelo que somos realmente e de ficarmos ao lado de Deus na luta contra nosso próprio pecado. A maioria das pessoas nos respeita mais, não menos, quando nos humilhamos e confessamos nossos pecados e necessidades. Acredito que Deus sempre o faz.

Se você foi apanhado pela síndrome de Saul, permita-me dizer que jamais se livrará desse mal enquanto não aceitar a responsabilidade de arrepender-se de atitudes erradas. De nada adiantará lançar a culpa dos próprios problemas sobre terceiros, tampouco apresentar desculpas para seus pecados. Humilhe-se diante de Deus e dos outros. Clame ao Pai em oração fervorosa.


(Extraído do livro de Floyd McClung Jr. "O imensurável amor de Deus" - Editora Vida)


27 novembro 2014

Síndrome de Saul Parte 1





   Para ajudar a identificar a síndrome de Saul, descrevo algumas características que, com frequencia, aparecem em nossa vida cotidiana:

1) Afastamento ou isolamento - A síndrome de Saul nos instiga a afastar-nos completamente das demais pessoas. O afastamento pode tornar-se um meio de encobrir ou justificar nossa recusa em perdoar as pessoas que nos magoaram ou em nos comprometer com aqueles de quem discordamos.

2) Possessividade - É egoísta a mentalidade do tipo "meu ministério", "meu grupo", "minha opinião", "meu emprego" ou "meu lugar na igreja", pois é derivada de uma atitude de independência. A Bíblia ensina que a "rebeldia é como o pecado da feitiçaria" (1 Samuel 15.23); tem origem no inferno. Essa atitude de "primeiro eu" é pecado.

3) Mentalidade de "nós contra eles" - Quando somos pegos pela síndrome de Saul, começamos a pensar pela perspectiva "nós" contra "eles", aqueles com quem concordamos contra aqueles de quem discordamos. Essa padrão de pensamento demonstra que não apenas estamos em desacordo com outras pessoas, mas também estamos julgando e criando facções na igreja.

4) Manipulação - Pessoas orgulhosas e independentes tentam por vezes manipular os outros, recusando-se a cooperar, exigindo que se faça sua vontade, criticando maldosamente ou julgando sem parar o que os demais estão fazendo. Sem dúvida, espiritualizamos nossa razão, e é esse o motivo pelo qual nossa manipulação pode ser muito perigosa.

5) Incapacidade de aprender - A síndrome de Saul faz que permaneçamos fechados diante de outras pessoas. Recusamo-nos a aceitar correção e instrução. Tornamo-nos endurecidos, indiferentes.

6) Atitude crítica e condenatória - Nós a justificamos de muitas maneiras, todavia se resume nisto: desmoralizamos e tratamos com desprezo o motivo dos outros.

(Este artigo continua na próxima postagem. Clique AQUI para acessá-la.)

(Extraído do livro de Floyd McClung Jr. "O imensurável amor de Deus" - Editora Vida)



25 novembro 2014

Depois da Oração, Aproximação



APROXIME-SE DOS PECADORES POR CAUSA DE DEUS
      Não é o bastante orar pelos pecadores e buscar a Deus em favor deles. Também devemos nos dirigir aos pecadores em favor de Deus. É preciso contar-lhes como Deus é. Muitas pessoas ousam falar com Deus, mas não têm coragem de falar aos homens. Os jovens devem ser treinados para terem a ousadia de falar aos outros. Eles não devem apenas orar, mas também buscar oportunidades para falar. Ao falar com pessoas, há alguns pontos que devem ser especialmente observados.


1- Nunca discuta desnecessariamente

Precisamos de um pouco de técnica para falar com as pessoas. Antes de tudo, não devemos entrar em argumentos desnecessários. Isso não quer dizer que nunca devemos argumentar, porque em Atos vemos vários exemplos onde surgiram discussões; até mesmo o apóstolo Paulo argumentou. Mas quanto àquele que você deseja ganhar para Cristo, normalmente é melhor que você não entre em discussões. Não discuta com ele. Por que? Porque a discussão pode afastar as pessoas ao invés de atraí-las.

Muitos pensam que a argumentação pode mover o coração de uma pessoa. Mas isso não é verdade. A argumentação quando muito pode subjugar a mente de alguém. Por isso, é melhor falar menos palavras que vem da mente e testemunhar mais. Diga às pessoas como você tem exp0erimentado alegria, paz e descanso depois que creu no Senhor Jesus. Esses são fatos contra os quais ninguém pode argumentar.

2- Prenda-se aos fatos

Outro método para conduzir pessoas ao Senhor é usar fatos e não doutrinas enquanto fala. Não é por causa da racionalidade da doutrina que as pessoas chegam à fé. Muitos enxergam a lógica da doutrina mas mesmo assim não creem.

Geralmente as coisas simples é que podem salvar almas. Aqueles que pregam bem sobre as doutrinas podem corrigir a mente das pessoas, mas falham no salvar almas. O propósito principal é salvar pessoas e não corrigir a sua mente. Qual é a utilidade de corrigir a mente se as pessoas se perderem?

No pregar o evangelho ou testemunhar por Cristo, não tenha medo de ser ridículo. O melhor cérebro dificilmente pode salvar pessoas. Ainda estou para ver uma boa inteligência salvando almas, porque quando alguém usa seu cérebro sempre se volta para a doutrina. Anuncia a doutrina claramente mas esta não é a forma exigida pelo evangelho. Você precisa conhecer a maneira de Deus.

3- Mantenha uma atitude sincera e séria

Ao testemunhar, nossa atitude deve ser sincera e séria, e não leviana. Não devemos argumentar, mas apenas contar os fatos que temos experimentado diante de Deus. Se permanecermos nesta posição, poderemos conduzir muitos ao Senhor. Não procure ter um grande cérebro; apenas saliente os fatos. Podemos brincar com outros assuntos mas com este devemos ser sinceros.

Ao testemunhar, nossa atitude deve ser sincera. Precisamos inculcar nos outros que este é um assunto muitíssimo sério.

4- Peça a Deus oportunidades

Devemos pedir que Deus nos dê oportunidades para falar com as pessoas. Se orarmos, as oportunidades nos serão concedidas.

Portanto, devemos aprender a orar e também a falar. Muitos não ousam abrir suas bocas para falar do Senhor Jesus aos seus amigos e parentes. Talvez as oportunidades estejam esperando por você, mas você tem deixado estas oportunidades passar por estar temeroso.

5- Procure pessoas da mesma categoria

Segundo nossa experiência no passado, é melhor para as pessoas buscarem e salvarem aquelas da mesma categoria. Esta é uma regra geral. As enfermeiras podem trabalhar entre as enfermeiras, os médicos entre os médicos, pacientes entre pacientes, funcionários públicos entre funcionários públicos, estudantes entre estudantes. Trabalhe com aqueles que estão mais perto de você. Não é preciso começar com reuniões no templo, mas em conversas com sua família e conhecidos. É natural para os médicos trabalharem com seus pacientes, professores com seus alunos, empregadores com seus empregados, senhores com seus servos.

As crianças devem trabalhar com crianças. É bem conveniente trabalhar de acordo com esta regra de permanecer dentro da mesma categoria. Os homens devem abordar homens, e as mulheres, mulheres. Não digo que isso seja obrigatório, mas pela nossa experiência passada parece ser o meio mais eficaz.


6- Leve pessoas a Deus diariamente em oração.
(Extraído da coleção escrita por Watchman Nee "Lições Básicas)
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